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500 da KISS de todos os tempos

Neste ano de 2009 fiz uma vasta pesquisa e consegui localizar a lista das 500 da KISS desde sua primeira edição em 2000.

Não há como creditar 100% de confiabilidade – mesmo porque a própria KISS teve seus erros repetindo as mesmas músicas numa única lista – porém está bem perto disso.

Durante as 500 da KISS deste ano, irei atualizando constantemente esta página do Blog com a classificação de cada música nos anos anteriores e sua classificação num Ranking Geral que criei, a partir do princípio que a primeira música leva 500 pontos e a última apenas 1.

No mais, algumas curiosidades interessantes também surgirão.

 No total geral, até hoje, em 9 edições das 500 da KISS foram 1511 músicas diferentes tocando.

 Vai começar!

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POR MOTIVOS DE ESPAÇO DE MEMÓRIA, A LISTAGEM DA KISS FOI POSTADA EM OUTRO BLOG DE MINHA PRÓPRIA AUTORIA, EXCLUSIVO PARA O ASSUNTO ‘ROCK’

SEGUE O LINK ABAIXO!

http://rockexpress.wordpress.com/2010/01/14/500dakiss/

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Arquivado em Música

Happy Birthday Gene

Hoje faz exatos 15 anos… quem diria, 15 anos que se passaram desde a fantástica tarde em que estive frente a frente com meus ídolos de infância e que serão provavelmente por toda minha vida.

Não que essa data esteja marcada no meu calendário com um círculo ou algo do gênero, nada disso! Foi a Dani quem me lembrou do aniversário do Gene e me questionou se por acaso eu não escreveria um “post” sobre… parei e pensei  “mas escrever o que? Parabéns Gene?…”, pensei no que essa data poderia me recordar e BOOOOOM (Sonic Boom!!!) lembrei das congratulações que todos demos a Gene no seu 45 aniversário, em pleno auditório do Maksoud Plaza onde o KISS se hospedou naquela segunda passagem pelo Brasil… sim lá estava eu,credencial no peito e câmera fotográfica na mão com meu amigo Fábio pagando uma de repórteres de uma revista inexistente de Santa Catarina.

Com certeza  essa foi umas das grande façanha que eu pude realizar.

Naquela época eu trabalhava como atendente no Banco Bradesco de Joinville, para onde eu havia conseguido uma transferência naquele mesmo ano a fim de mudar um pouco de ares de São Paulo. Para meu azar, justamente na época em que eu estava fora de São Paulo, a banda que sempre idolatrei, o KISS, voltaria a tocar em terras brasileiras depois de 11 anos fazendo parte do então aguardado Monsters of Rock que se realizaria pela primeira vez no Brasil.

Obviamente que eu havia pedido para meus pais comprarem o ingresso para mim e estaria aqui para assistir ao show, mas apenas na segunda feira que antecedia o show do sábado é que caiu a ficha “meu Deus, eu precisava conhecer e estar perto daqueles caras…” e compelido pelo sentimento de um conhecido que sempre conseguia o acesso a uns shows desse tipo, comecei imediatamente arquitetar um plano. Em rápidos telefonemas descobri o telefone da produtora do show. Mentalmente idealizei uma revista de música chamada “Windows” e criei um chefe, o José Fernandes – eu.

Faltava uma coisa, um telefonema para a produtora. Para ilustrar esse famoso telefonema, imaginem que eu não tinha telefone e não podia ligar via telefonista do Banco, tendo visto que elas falariam para quem atendesse “… Banco Bradesco, um momento…”. A parte superior da agência era como um grande galpão onde todos viam todas as mesas de todos, ate mesmo a mesa do Gerente Geral era apenas provida de divisórias translúcidas de vidro, cercada pelas mesas dos outros gerentes… e infelizmente o telefone que jazia sobre aquela mesa era o único que fazia ligações interurbanas sem qualquer intermédio. Mas meu objetivo era maior que tudo e nada me impediria de no mínimo tentar arduamente e foi assim, esperei que ele levantasse para o almoço e minutos depois eu atravessei a agência sem pestanejar até a sua mesa e peguei o telefone… “Alô… aqui é o Sr. José Fernandes – eu –  da revista Windows… aqui de Joinville, Santa Catarina… queria mandar um repórter e um fotografo – eu de novo – para a cobertura do show…” e foi isso. Fui instruído a enviar um FAX com um release sobre o assunto da revista, que o fiz com a ajuda de um amigo que trabalhava em uma agência no dia seguinte.

Monsters of RockBem, mas a missão ainda não havia sido cumprida por inteiro, afinal eu ainda necessitava de mais uma ligação para confirmar a credencial… o tempo urgia e o KISS chegaria a São Paulo na quinta feira e não pensei duas vezes… na quarta cheguei na agência com um único objetivo: ver o gerente geral ir almoçar! Quanto mais esperava, mais ansioso ficava… foi ele levantar e eu tremer, mas como da primeira vez, nem pestanejei, porém se na segunda feira eu havia passado por todos como se uma manta invisível me cobrisse, desta vez parecia que eu tinha estava com um holofote sobre minha cabeça e eu via as cabeças me seguindo e eu nem ai… telefone na mão… “Alô… aqui é o Sr. José Fernandes da Revista… quero confirmar as credencias…” daí que eu ouço ao outro lado do telefone algo tipo “…manda os repórteres que nós vemos aqui…” e a chance praticamente escapava pelos meus dedos quando sem pensar emendei “Desculpe? Pensa que isso é brincadeira? Gastar passagem de avião e hospedagem para dois funcionários sem a certeza que eles poderão fazer a cobertura? Qual o senso de profissionalismo que vocês pensam ter?…” o tom seco e elevado foi o suficiente para obter a resposta que me fez sair pulando da mesa do gerente geral diante de tantos olhares “…desculpe Senhor, pode mandá-los que nos arrumaremos as credencias…”

Naquele dia sai dali direto para comprar a passagem de ônibus das 21h00 daquela mesma noite. Foi uma noite totalmente em claro, somente pensando nos dias que viriam a seguir…

Então nesse dia do 60º aniversário de Gene Simmons eu vou comemorar a lembrança do seu 45º.

E parece que foi ontem que tudo isso aconteceu…

GO GENE… COLD GIN!!!!

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Rock Express

Parece que o mundo do Rock e Hard Rock está agitado nesse segundo semestre. Muitos lançamentos mundiais e shows aqui pelo Brasil.

Sonic BoomO KISS liberou essa semana a versão completa da música “Modern Day Delilah”  que pode ser ouvida no www.kissonline.com que fará parte do album a ser lançado dia 6 de outubro nos USA.

Quem também liberou o novo single para os fãs foi o BON JOVI. “We weren´t born to follow” já está disponível na integra para se ouvir no Bon Jovihttp://bonjovi.com/bonjovi/splash/

O que podemos ouvir nessas prévias é que  o KISS promete realmente um albúm bem Hard Rock, exatamente aquilo que o seus fãs esperam.

Por outro lado o Bon Jovi parece que nunca mais conseguirá atingir aquele som brilhante e hard que os impulsionou ao topo como “You give love a bad name”, “Living on a prayer”, “Runaway” entre tantas outras que fizeram parte dos seus primeiros trabalhos… mas fica aqui a expectativa para as outras músicas… quem sabe ainda não nos surpreendam!

O importante é que eles continuam agitam… Keep Rockin’ !!!!

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Questão de ótica

Foi só acabar o “Show-neral” de Michael Jackson para começarem a botar a boca no trombone. Diversidades de teorias conspirativas é que não irão faltar.

forest_LawnPara começar uma das irmãs de MJ veio através da mídia falar que tem certeza absoluta que ele foi assassinado, alegando inclusive que foi ela mesma quem pediu uma nova autópsia no corpo do irmão.

Outra teoria que circula se espalha pelo mundo virtual é que Michael não morreu e tudo não passou de uma encenação para tirá-lo de circulação alavancando vendas e tributos a fim de recuperar a imensa dívida em que ele se afundará…

Bom se isso é só um boato, com certeza ganharia mais consistência se descobrissem que provavelmente não havia corpo sequer dentro daquele caixão que esteve no “Show-neral”, afinal será que ninguém imagina que o corpo já pudesse ter sido enterrado ou cremado na cerimônia somente entre familiares que houve no cemitério longe de toda a mídia?… e que aquele caixão foi só posto ali para satisfazer o ego incansável dos fãs…?

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defaultAliás, falando em cerimônia no cemitério, tenho que pagar um pau para o “Impostor” do Programa Pânico! O cara já vinha fazendo e acontecendo de bicão em vários locais de difícil acesso aqui no Brasil, até ai tudo bem, afinal caso acontecesse algo de errado haveria imprensa e advogados a rodo para livrar a cara dele, mas fazer uma dessa lá na terra do Tio Sam em um ‘evento’ que contava com imensa mobilização policial e restrição de acesso para todo lado… o cara foi o único meio de imprensa que adentrou o cemitério e chegou lá pertíssimo de toda a família Jackson. Imagina se um brazuca é pego lá pela polícia querendo burlar a segurança??? Provavelmente estaria apanhando até agora… PARABÉNS!!!

E foi até por ver essas cenas que eu definitivamente conclui que nada mais havia naquele caixão do “Show-neral”. Minha teoria se solidificou definitivamente depois da ‘paradinha’ no cemitério…

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Falando em “Show-neral”, se essa moda pegar vamos ter que começar a se coçar desde já para garantir os ingressos para os shows das mortes de Mick Jagger, Robert Plant, Madonna, Paul Stanley, Steve Tyler, Bruce Dickson, etc. Haja grana…

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Se acontecer da mesma forma que foi com o Rei do Rock – Elvis -, a história da não-morte de Jackson vai perpetuar por muito tempo, porém com uma diferença, afinal Elvis poderia mudar seu visual e se refugiar em algum lugar por um tempo até que talvez pudesse estar mesmo confundido com qualquer pessoa normal na rua; ao contrário de Jackson, que com sua aparência inconfundível não conseguiria nem mesmo se esconder com o Bin Laden… todo mundo reconheceria aquela forma extraterrestre andando pela rua… no mínimo levariam ele para Área 51, para estudos!!!

Sem contar que com a globalização e a imensa gama de aparelhos tecnológicos portáteis providos de câmeras seria impossível se safar de algum ‘click’…

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Kiss_1974_10Já imaginou se durante a década de 70 existisse a mesma tecnologia de câmeras de hoje? Provavelmente o KISS jamais teria sido a banda dos caras pintadas mais famosa do mundo, afinal os caras conseguiram deixar suas verdadeiras faces longe dos ‘clicks’ por 10 anos (de 74 a 84). Não há qualquer notícia de fotos dos caras durante essa época a não ser com a maquiagem. Primeiro que os caras precisariam de sorte em vê-los sem maquiagem e ao mesmo tempo ter uma câmera, com filme a posto para fotografar e ainda não ser pego pelos seguranças que provavelmente velariam o filme instantaneamente.

Fico imaginando a tia convidando Gene Simmons para uma festinha de família e o cara chegando lá de maquiagem e tals!!!

Ainda bem para eles que ainda não existia “O Impostor”!

promo

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Takes da Vida

A semana foi agitada mais do que nunca pela morte de Michael Jackson. De tanto ouvir, comentar e seguindo orientações psicológicas, vou evitar polemizar o assunto, afinal não sou ninguém para julgá-lo…

Mas já dizia o velho dito popular ‘Onde há fumaça, há fogo’ e se o cara não tinha nada a temer deveria ter sempre dado a cara a tapa, provado e evidenciado para o mundo que tudo era infundado; mas ao contrário ele preferiu se esconder dos holofotes e dizimar sua grana para silenciar tudo…

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Incrível vermos depois disso como certos meios de mídia parecem prever acontecimentos futuros. O corpo de Michael mal havia esfriado e a revista VIP chegava as bancas nesta sexta com um comparativo do antigo e atual Michael, tudo em função da expectativa criada para sua nova turnê. Mais engraçado é eles especularem que ela seria a última e como eles disseram “… se rolar mesmo.” Fica até parecendo piada de humor negro (ou seria humor branco??)…

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Alias piadas sobre isso é que não param de chegar via e-mails, uma das mais inteligentes que recebi dizia: “A cada celebridade que morre, temos mais certeza que Niemeyer enterrará a todos nós!” (Dercy que o diga)…

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mjxmadonnaE falando em ícones, todo mundo está falando que o Michael era o ícone pop mundial, porém eu discordo muito disso… ter sido um ícone dos anos 80, eu concordo, mas assim como Madonna também foi, mas ela continuo sendo nas décadas de 90 e 2000, enquanto ele se apagou diante tanto escândalo sexual; e nem adianta usar isso como desculpa, pois Madonna também teve sua vida sexual explorada de forma massiva pela mídia… foi taxada de tudo, lésbica, bissexual, promíscua, sado-masoquista, pervertida, etc., e nunca se esquivou disso tudo, pelo contrário, quanto mais falavam, mais ela aparecia, fortificando cada vez mais seu título de ícone maior Pop Mundial, enquanto ele só se fragilizou… e agora quebrou de vez… e foi para Neverland…

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Farrah Fawcett

Farrah Fawcett

Mais triste ainda foi o fim de uma ‘pantera’ – Farrah Fawcett – a linda loirinha que encantou os olhares masculinos nos anos 70 no seriado AS PANTERAS (Charlie’s Angels) também nos deixou, e por estar tão longe dos holofotes a tanto tempo, nem pode ter seus últimos momentos de glória diante da mídia, afinal morreu no mesmo dia de Michael e ficou ofuscada por isso.

Ainda me lembro que nos idos da minha infância, assistindo aos episódios da S.W.A.T. me imaginando ser um daqueles rapazes do esquadrão só para ter mais acesso a detetives como aquelas panteras…

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Esta não é a primeira vez que vejo uma estrela ofuscar outra, em 24 de novembro de 1991, não havia um único lugar que não se falasse sobre a morte de Fredie Mercury.

Eric Carr

Eric Carr

No dia seguinte ao chegar da faculdade, lembro me de ligar a TV como de costume, enquanto esquentava minha janta adentrando a madrugada, e ouvir em um grande jornal de final de noite a notícia de que naquele mesmo dia 24, um dos meus grandes ídolos, Eric Carr, baterista do KISS, havia morrido de câncer… lágrimas nos olhos e nó na garganta nem me deixaram jantar naquele dia…

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E assim é a vida, cheia de takes, que sempre vão aparecendo e de uma forma ou outra unindo histórias aleatórias das nossas vidas, seja um dia sem jantar a dezoito anos atrás, ou um assalto no mesmo dia em que Michael Jackson morreu. Qual será nosso próximo take??

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O Rock como documento histórico

Já há algum tempo eu tenho notado, principalmente nos grandes centros urbanos, que o analfabetismo tem diminuído consideravelmente.

Sim, eu sei que muitos discordarão disso, e que para outros tantos o índice ainda parece grande; no entanto minha analogia sobre isso está mais baseado em alguns fatos, de certa forma até pitoresco, mas fundados!

Lembro que ainda moleque na década de 80, ao fim de um regime militar instaurado pela ditadura e uma abertura mais ampla aos conceitos, produtos e cultura americana, que porém tinham as línguas estrangeiras pouco se difundiam aqui. E foi nessa época que algumas bandas de rock internacionais começaram a aportar em terras tupiniquins, e ao lado de Alice Cooper, Queen e Van Halen, o KISS foi uma dessas bandas pioneiras, todas abrindo as portas para o mega evento que viria se realizar em 85, o ROCK in RIO. 

Em abril, durante a quarta passagem da banda KISS ao Brasil, vasculhando nas origens que me levaram a tornar-se um grande fã da banda, revi o documentário – QUEM KISS TEVE – (http://www.youtube.com) que foi realizado de forma independente durante o ano de 1983… foi como fazer uma imensa viagem ao passado. Me senti aquele molequinho de novo, provavelmente meus olhos deviam brilhar ao ver tais imagens.

Emoções a parte, este documentário acabou refletindo uma época que ainda era marcada pelos nossos regimes governamentais, a miséria e a deficiência da educação de um país de submundo. É muito triste ver os ambulantes que ao acercas do Morumbi vendiam sanduíches a duras custas de uns trocados, com apenas uma meia fatia de mortadela (mais fina que meia de seda) ou um lanche com molho de calabresa (molho??? só molho??). 

Se a vida não era fácil, provavelmente a educação era ainda mais complicada, ainda mais quando se tratava do uso da língua inglesa. Os vários adolescentes e jovens que tanto aguardavam ao show, tentavam arduamente trançar a língua a ponto de balbuciar sons estranhos que pudessem se confundir com a língua inglesa e as letras das músicas. No documentário, ouvir uma ou duas palavras seguidas do público em inglês era preciosidade. Uma dura realidade da vida brasileira da época!

Primeiroshow do KISS no Brasil - 1983

Primeiro show do KISS no Brasil - 1983

Não obstante, quando a banda aportou por aqui em 1994, durante uma apresentação no extinto Programa Livre, a platéia ensandecida de fãs clamavam para serem ouvidos pelos seus ídolos e podia-se ouvir 90% das perguntas feitas em inglês, de forma fluente, e que muitas vezes não possibilitavam nem tempo para a tradução da interprete, e durante o show o público soltava a voz exatamente como a música mandava.

Onze anos apenas haviam se passado entre as duas apresentações e uma nova geração se criou e vingou diante da constante e expressa evolução que a globalização nos impunha, sem contar que nessa época ainda não podiamos nem contar com o fenômeno da Internet.

Nos dias atuais vemos que cada vez mais o povo brasileiro, principalmente dos grandes centros urbanos, necessita de uma educação forte e refinada. A demanda do mercado muitas vezes exige que até mesmo para as funções com menos evidência saiba um pouco da língua estrangeira, sejam eles faxineiros de grandes hotéis, camareiras, garçons, atendentes de lanchonetes, entre outros. Chegará o momento que até mesmo um pedreiro vai ter a necessidade do inglês para atender a demanda de alguma grande construtora.

Essa diversidade e constante crescimento cultural globalizado, não só de nós brasileiros, mas de  vários outros países da América Latina, de nos submetemos para compreender e ser compreendido pelo mundo afora, fará de nós um povo mais insinuante e diplomado do que todas as outras nações e continentes, e como diria o Cérebro dos desenhos animados, ´…amanhã estaremos preparados para dominar o mundo!´

Obs. O documentário QUEM KISS TEVE (link acima), é composto de mais duas parte (1 e 3) muito interessantes de serem assistidos, em forma de comparação de uma sociedade emergente do regime militarista que deixava  o país.

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